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   CADERNOS DE VIAGEM - CARNAVAL 2014 - SÃO PAULO

#04 SEGUNDA-FEIRA

Acordamos tarde mais uma vez. 

Fomos no Shopping Frei Caneca, onde tomamos um café na Starbucks. A ideia inicial era assistir a um filme, logo na primeira sessão mas, ao chegar na bilheteria, percebemos que todas as sessões estavam lotadas. Ficamos rodando pelo shopping e encontramos com o querido Ricardo Castro. Falamos sobre planos, sobre São Paulo, sobre Buenos Aires, sobre teatro do mundo mundial e da Bahia.

Saímos do shopping e fomos ao encontro de Moisés&Priscilla, que estavam com Breno&Nilton na Starbucks da Brigadeiro. De lá, seguimos até o restaurante Rong He do Paraíso, um excelente restaurante chinês especializado em massas. Comemos muito.

Seguimos por ali mesmo e comemos umas sobremesas na Ofner.

De lá, Priscilla voltou pra casa, Breno&Nilton foram ao Iguatemi e eu, Léo e Moisés seguimos ao CCBB, de metrô, para ver a exposição de uma parte - pequena - do acervo de Peter Ludwig. Picasso, Andy Warhol, Basquiat, entre outros. Uma bela exposição.

Então, eu e Lèo voltamos para casa, mas antes passamos na padaria para abastecer de itens para o café-da-manhã.

Mais tarde, Moisés&Priscilla&Breno&Nilton passaram aqui e rumamos para a pizzaria Esperanza. 

As noites têm sido frias e com uma garoa.

São Paulo deveria ser como fica no carnaval. Vazia, transitável, desafogada.



Escrito por Celso Jr. às 20h20
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   CADERNOS DE VIAGEM - CARNAVAL 2014 - SÃO PAULO

#01 - SEXTA-FEIRA

Esquema de guerra para conseguir sair de Ondina, em plena sexta-feira de carnaval. Por volta das 13:30h, eu saio pela Sabino Silva, atravesso a Av. Centenário e subo a Graça, para pegar Leo na saída do trabalho dele. Por volta das 14:20h, ele sai e corremos em direção ao aeroporto. Deixamos o carro num estacionamento de longa duração, em Lauro de Freitas e chegamos a tempo de despachar as duas pequenas malas, já que já tínhamos feito o check-in antes.Primeira etapa da viagem, SSA/BELO HORIZONTE, com pausa de duas horas e meia naquele aeroporto detestável de Confins.Depois de muita espera e confusão, embarcamos para Congonhas.Moisés nos esperava no aeroporto. Viemos para a casa de Tib e tomamos um banho rápido e fomos diretamente para o Ritz dos Jardins para jantar. Lá estavam nos aguardando Priscilla, Breno e Nilton. Ao chegar lá, encontro Lucas Valladares e Juliana Grave, amigos queridos de Salvador, que estavam jantando animadamente. Fico sabendo que Lucas está em cartaz com uma peça no Teatro Viga.

Depois de comer fartamente, voltamos pra casa e desmaiamos na cama.

#02 - SÁBADO

Acordamos tarde e resolvemos tomar café-da-manhã na Starbucks da Paulista. Depois fomos até a bilheteria do Teatro Renault, tentar ingressos pro Rei Leão. Depois de uma hora inteira na fila, sob um sol inclemente, conseguimos comprar ingressos pra apresentação especial de segunda-feira, mas e locais ruins, na fila Y, lá longe. Na agonia, depois do sol na cabeça, nem nos dempos conta imediatamente da besteira que tínhamos feito. De lá, seguimos de taxi para Pinheiros, onde iríamos nos encontrar com Roger Mercês et. cia., porém, estava passando um bloco de carnaval no meio do caminho e fomos informados pelo próprio Mercês de que a Benedito Calixto já estava fechando. Entramos em contato com Moisés&Priscilla e Breno&Nilton e fomos almoçar na LaVita, uma lasanheria deliciosa e muito simpática, por ali. Depois ainda fomos a uma brigaderia para sobremesa.  E então, fomos perambular pela Oscar Freire. Paramos na Nespresso e na RCHL (a versão mais exclusiva da Riachuelo), onde acabei comprando uma calça e um tênis bacana. Depois, pegamos um taxi e voltamos para casa, para tomar banho e seguir para o teatro do CCBB.

Raios e trovões ameaçavam uma tempestade, ao chegarmos nas imediações do CCBB. Fomos assistir Tríptico Samuel Beckett, uma colagem de fragmentos de três textos em prosa, levados à cena por Roberto Alvim e interpretados por Juliana Galdino, Nathalia Timberg e uma outra moça. Nathalia é a única que parece saber o que está dizendo. A moça - cujo nome eu não me lembro (vi no programa agora, o nome dela é Paula Spinelli) - parece trafegar entre uma composição clownesca e algo que lembra um cosplay de personagem japonês, e Juliana continua usando o palco para exibir sua virtuose vocal e transformando todo e qualquer texto em uma oportunidade de fazer uma aula de dicção, mesmo que isto destrua totalmente os sentidos implícitos na obra. Logo de início, ela até sugere que irá por um caminho mais interessante, entrecortando o texto com um choro que parecia sincero até que, em seguida, dá início à sua rotina de graves e agudos sem sentido. É uma pena.

Depois de uma hora de peça, saímos de lá e fomos ao restaurante Le Jazz. Comi língua com um molho delicioso e um purê de batatas indescritível de bom.As noites frias e com uma chuvinha refrescante. São Paulo tem sido assim.

#03 DOMINGO

Acordamos e fomos resgatados por Sidnei&Flaubert, para um almoço. Fomos ao restaurante Hi Pin Shan, que havia sido indicado por Duda Leal. Um chinês com opções gastronômicas diferentes. Esqueça frango xadrez, comemos algo chamado Cabeça de Leão (almôndegas de carne de porco super macias, com acelga e molho escuro) e ainda um prato chamado Chapéu de Ovo (uma omelete fina sobre legumes cozidos), comida boa, farta e divertida.Depois do almoço, fomos até a bilheteria do Teatro Renault, e trocamos os ingressos para o Rei Leão. Agora assistiremos ao musical na fila K, num lugar mais central, na sexta-feira.De lá, fomos à confeitaria Leckerhouse, nos Jardins e nos deleitamos com fatias de torta e café.

Viemos para casa e acabamos pegando no sono. Acordamos e nos aprontamos para assistir ao Oscar na casa de Moisés&Priscilla. Priscilla fez um peixe ao forno e um arroz negro delicioso.

Por volta das 3h da manhã, pegamos um taxi para voltar pra casa.



Escrito por Celso Jr. às 11h16
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